Em 2014, quando eu trouxe a minha primeira turma de Coach para João Pessoa, eu não tinha ideia de que poderia existir alguma diferença na abordagem do Coaching. Nessa época, pouquíssimas pessoas sabiam o que era Coach e a maior dificuldade era falar sobre essa metodologia tão incrível, que prometia resultados rápidos e alta performance.

Eu comecei a trabalhar com o Coach tradicional, oferecido pela maioria dos institutos. O “tradiconal”, sob o meu ponto de vista, é a metodologia estruturada com base em um ciclo fixo de coach, com duração aproximada de 3 meses, número de sessões pré-estabelecidas e roteiro a ser seguido. Durante quatro anos fui anfitriã da minha querida amiga, a coach americana Arline Davis, e juntas formamos excelentes profissionais com a metodologia Pensamento e Ação.

Eu trabalhei nessa base tradicional por aproximadamente dois anos, e foi quando eu comecei a perceber que cada cliente tinha uma necessidade diferente, e a partir de então comecei a experimentar outras formas de abordagem. A minha formação de origem sempre foi sistêmica, e o meu grande mestre, Bernd Isert, era genial em integrar diversos tipos de abordagens em um único atendimento.

Me inspirei no Bernd, e  comecei a fazer intervenções sistêmicas nos meus atendimentos. Comecei utilizando bonecos, depois adicionei outros elementos como pedras, cartas e massa de modelar. Com o tempo, comecei a perceber, através do feedback dos clientes e das suas evoluções, que as sessões traziam resultados surpreendentes. Aos poucos, fui reduzindo o número de sessão por clientes até entender que cada sessão pode ser a primeira e única, ou se repetir no intervalo que o próprio cliente determinar.

Me aprofundei ainda mais nos temas sistêmicos, estudando bastante sobre neurosistêmica , fenomenologia e pensamento complexo. Em parceria com outros dois institutos (Ikigai, de SP e Onukisan, de AL) desenvolvi uma nova metodologia de coaching sistêmico integrativo, que tem como objetivo ensinar uma forma lúdica, simples e extremamente eficiente de praticar o coaching.

O coaching sistêmico não exclui o coaching tradicional. Ter opções é algo positivo, agregador, e essa é a nossa proposta: Trazer algo que possa agregar valor às sessões de coaching, possibilitar aos profissionais a construção da sua própria identidade, e aos clientes uma experiência única e transformadora.

Hoje, mais do que nunca, posso afirmar que o pensamento sistêmico é o grande maestro na minha forma de trabalhar e contribuir com o universo.

E fico feliz em anunciar que o curso Jornada Sistêmica, onde eu e os criadores da metodologia iremos ensinar uma abordagem inovadora para o coaching, terá sua primeira turma no mês de Novembro. Mais informações: https://annek.com.br/curso/jornada-sistemica/